Este ano, o comportamento do comprador de imóveis em São Paulo mudou. Com juros elevados e concorrência com os investimentos financeiros, a Refúgios Urbanos aposta na estratégia de precificação como um dos pilares para fechar bons negócios.
“Localização, curadoria e estratégia de preço continuam decisivos para fechar negócios em São Paulo”, reforça Rafael Sorrigotto, sócio da Refúgios Urbanos. Segundo ele, o cliente está mais bem informado, conectado e ágil quando o assunto é compra e venda de imóveis: “isso tem exigido das imobiliárias mais do que boa oferta: é preciso atuar com precisão, segurança e rapidez para fechar negócio”. Isso porque o cliente está de olho em várias vitrines. Quando toma a decisão, espera agilidade e coerência — o que, para a Refúgios, é um bom desafio.
Se por um lado financiar ficou mais complexo, por outro, a compra de imóveis residenciais ganhou força entre pessoas que buscam qualidade de vida, principalmente em bairros caminháveis, com serviços e mais segurança. O que tem pesado na decisão de compra, segundo Rafael, ainda é a possibilidade de se morar bem. “Localização é tudo. Regiões com valorização consistente seguem com alta demanda. O comprador sabe que pode pagar mais, mas estará fazendo um bom negócio no longo prazo”, diz.
Por isso, a Refúgios Urbanos aposta em uma estratégia pioneira dentro do segmento, que considera tanto o histórico próprio de vendas quanto a leitura criteriosa dos especialistas de cada microrregião. Esse processo é aplicado principalmente aos imóveis em regime de exclusividade, justamente por passarem por uma avaliação detalhada antes de serem colocados no mercado.
Os resultados são claros: há dois anos, a média de tempo para venda era de 160 dias. Hoje, com imóveis bem posicionados e precificados corretamente, esse prazo caiu para dois a três meses. Em muitos casos, as vendas acontecem já na primeira semana de anúncio, o que reforça a importância de alinhar curadoria, preço e apresentação desde o início.
Falando em localização, Rafael salienta as regiões de Pinheiros e Perdizes como as duas maiores frentes da Refúgios hoje. E os números comprovam o movimento: se fizermos um recorte por área para o perfil mais líquido (entre 100 e 160 m²), houve uma diminuição no tempo médio de venda de 138 dias em 2024 para 77 dias em 2025.
A reforma também tem mostrado seu peso na liquidez. Um exemplo é o caso de uma casa de vila no Campo Belo que, em 2020, foi anunciada abaixo de R$ 1 milhão e levou 5 meses e meio para ser vendida. Uma arquiteta comprou, reformou completamente o imóvel e, recentemente, o colocou novamente à venda com a RU. A mesma casa, agora acima de R$ 1,5 milhão, foi vendida em apenas 8 dias de anúncio.
Além do preço e da localização, a arquitetura tem sido cada vez mais valorizada pelos compradores. Seja um prédio icônico ou uma reforma bem pensada, cresce o interesse por imóveis com bons projetos de arquitetura.
“Um exemplo é o Edifício Marian, no centro de São Paulo. Toda vez que postamos um imóvel nele, nosso site congestiona. A procura é altíssima”, diz Rafael. “Reformas autorais e projetos com assinatura também garantem alta visibilidade e liquidez acelerada”, finaliza.
Refúgios Urbanos é uma imobiliária fundada em 2013 na cidade de São Paulo pelo ítalo-brasileiro Matteo Gavazzi. Um projeto que nasceu da vontade de oferecer às pessoas refúgios especiais, com curadoria de atendimento e de produto. Feito por uma equipe de corretores comprometidos com os desafios e as especificidades da profissão, tem o trabalho baseado em uma relação de confiança, inteligência de negócios e busca das melhores oportunidades para quem quer comprar ou vender um imóvel nessa grande e fascinante cidade.
No compromisso de conhecer a fundo cada apartamento ou casa, mergulham na história de cada pessoa que os procura, entendendo as necessidades para além de negociações de compra e venda, mas também no amplo cuidado com patrimônio, histórias pessoais, qualidade de vida, oportunidades, conforto, começos e recomeços.