Em tempos de incerteza e excesso de estímulos urbanos, morar bem deixou de ser apenas uma questão de localização. O novo desejo do brasileiro é viver com segurança, privacidade e qualidade de vida — e isso reacendeu a busca por condomínios fechados em todo o país, especialmente em regiões em expansão como o litoral de Santa Catarina.
O movimento não é isolado. Dados de mercado mostram que os empreendimentos com controle de acesso, infraestrutura completa e proposta de vida integrada estão entre os mais valorizados nos últimos dois anos. A preferência não vem apenas de famílias: investidores atentos veem nesses projetos uma combinação rara de renda previsível, baixa vacância e alta liquidez.

Se antes os condomínios fechados eram vistos como exclusividade de grandes centros urbanos, agora eles se espalham com força por cidades como Itapema, Porto Belo, Camboriú e Itajaí. E a lógica mudou: não é o muro que protege, é a comunidade que sustenta.
Viver em um condomínio horizontal ou vertical de padrão elevado passou a significar mais que segurança. É sinônimo de:
Com a estabilidade da taxa Selic e o aumento do crédito imobiliário, investidores buscam ativos com menor risco e maior previsibilidade. Os condomínios fechados, especialmente os que oferecem uma proposta de vida completa (clube, coworking, áreas verdes, entre outros), entraram no radar como ativos de ciclo longo com alta atratividade.
Além disso, há um componente psicológico potente: quem compra em condomínio não está comprando só um imóvel — está comprando paz.

O crescimento do trabalho híbrido também impulsionou a decisão de muitos compradores que querem unir o útil ao agradável: morar perto da natureza, com estrutura, mas sem abrir mão da conveniência. Essa equação é justamente o que os novos condomínios entregam — seja nas montanhas, no litoral ou dentro de cidades reconfiguradas para receber esse tipo de empreendimento.
Se os condomínios fechados oferecem proteção e exclusividade, os bairros-parque trazem o futuro da integração urbana. São projetos que transformam o conceito de cidade e geram um novo tipo de valor: coletivo, sustentável e desejado por marcas e pessoas.
“Entre o verde e a cidade: como os bairros-parque estão redesenhando o futuro do mercado imobiliário”
? Para não perder, salve esse conteúdo e ative as notificações.