Comprar um imóvel em outra cidade — seja para morar ou investir — virou algo comum no Brasil. Fotos, vídeos, chamadas de vídeo, corretor de confiança, promessa do vendedor, contrato por e-mail.
Tudo parece resolvido.
O problema é que o maior risco da compra imobiliária não aparece nas fotos, nem no contrato.
Ele está no histórico jurídico do imóvel.
E quem compra à distância, sem uma análise técnica prévia, costuma descobrir isso tarde demais.
Quem está longe costuma confiar em:
Mas juridicamente, nada disso garante que o imóvel pode ser transferido para o seu nome.
O que garante é:
Sem isso, o comprador pode assumir um problema que não criou.
O risco costuma estar em situações como:
E depois que o contrato é assinado, o problema passa a ser do comprador.
Começa antes.
No diagnóstico jurídico do imóvel.
O contrato é importante porque faz lei entre as partes.
Mas ele não corrige um imóvel que já nasce com vício documental.
Due diligence imobiliária é a análise jurídica completa do imóvel antes da compra, feita por advogado especialista, que envolve:
Não é dizer se “vale a pena” comprar.
É mostrar quais riscos existem para que a decisão seja tomada com clareza.
Para quem esse cuidado é indispensável
Esse cuidado é essencial para quem:
Comprar imóvel à distância pode ser um excelente negócio.
Desde que você entenda uma coisa: O risco quase nunca está no contrato.
Está no imóvel.
E isso só é descoberto antes da assinatura, com análise jurídica especializada.

Advogada especialista em Direito Imobiliário e Tributário, com mais de 16 anos de experiência. Atua na regularização de imóveis, due diligence imobiliária, leilões, usucapião e adjudicação compulsória, oferecendo soluções jurídicas que garantem segurança, tranquilidade e valorização patrimonial.