Nos últimos dias, economistas começaram a ajustar as expectativas para a economia brasileira. O mercado já projeta queda da taxa Selic ao longo de 2026, enquanto inflação e crescimento econômico seguem relativamente controlados. Esse cenário acendeu um alerta positivo no mercado imobiliário.
Mas o que isso realmente significa na prática?
As projeções mais recentes do mercado financeiro indicam:
Além disso, o Banco Central já sinalizou que pode iniciar cortes de juros, dependendo do comportamento da inflação.
Isso muda completamente a dinâmica do crédito.
O crédito imobiliário é altamente sensível aos juros. Quando a Selic cai:
Resultado: mais compradores no mercado.
E quando a demanda aumenta… os preços costumam acompanhar.
Esse movimento já aconteceu em outros ciclos de queda de juros no Brasil.
Se as projeções se confirmarem, três movimentos são esperados:
1) Aumento na aprovação de crédito
Com juros menores, a parcela cabe no bolso de mais famílias.
2) Maior procura por imóveis
Compradores que estavam esperando voltam para o mercado.
3) Pressão nos preços
Mais compradores disputando os mesmos imóveis.
Por isso muitos especialistas já falam em um possível novo ciclo de aquecimento imobiliário.
Existe uma lógica simples no mercado imobiliário. Quem compra antes da queda completa dos juros geralmente encontra:
Quando o movimento fica óbvio para todo mundo, os preços normalmente já reagiram.
A maioria das pessoas espera:
Só que nesse momento o imóvel já ficou mais caro. No imobiliário, timing faz muita diferença.
Se o cenário se confirmar, estamos entrando em uma fase importante:
Quem se posicionar agora tende a capturar esse movimento antes do mercado aquecer totalmente.
A possível queda da Selic em 2026 não é apenas um dado econômico.
Ela pode ser o gatilho para um novo ciclo no mercado imobiliário.
E como todo ciclo, quem entende antes sai na frente.

Empresario e Corretor de imóveis a 25 anos, correspondente bancário a 19 anos
Especialista em Bancos Privados
Profissional certificado
Especialista em análise de crédito