Nos últimos anos, passei a olhar com mais atenção para a minha saúde. Não apenas como algo separado da minha rotina profissional, mas como parte essencial da minha performance, da minha clareza mental e da minha longevidade como mulher ativa e empreendedora. Cuidar do corpo e da mente deixou de ser um detalhe e passou a ser estratégia.
Foi nesse contexto que o golfe entrou na minha vida de forma diferente. Não como um esporte distante ou técnico, mas como uma experiência possível, acessível e profundamente conectada com bem-estar. E foi exatamente por isso que aceitei, com tanta verdade, ser embaixadora do Elas no Golfe.
O golfe é um esporte que entrega muito mais do que imaginamos. Ele trabalha o corpo de forma completa, sem impacto excessivo, melhora a capacidade cardiovascular, fortalece músculos e articulações, desenvolve equilíbrio e coordenação e, ao mesmo tempo, convida à concentração e ao foco. Uma partida pode representar milhares de passos, muitas vezes mais do que uma caminhada tradicional, e tudo isso ao ar livre, em contato com a natureza. Não à toa, é um esporte associado à longevidade ativa, algo que faz ainda mais sentido para nós, mulheres, especialmente depois dos 40.
Mas talvez o maior impacto do golfe esteja na saúde mental. Ele exige presença. Respiração. Silêncio. Você aprende a errar, ajustar e seguir em frente sem pressa, sem plateia e sem comparação. Em um mundo que nos cobra velocidade, produtividade e respostas imediatas, o golfe ensina constância, estratégia e autocontrole. Três habilidades que fazem toda a diferença também fora do campo, nos negócios e na vida.
O que mais me encanta no Elas no Golfe, no entanto, vai além do esporte. É o ambiente que se forma quando mulheres se encontram com objetivos em comum. Mulheres em diferentes fases da vida, com histórias distintas, mas conectadas pelo desejo de cuidar de si, aprender algo novo e estar em espaços de troca genuína. O golfe, que por muito tempo foi um território majoritariamente masculino, tem visto um crescimento consistente da presença feminina no mundo inteiro. Hoje, as mulheres já representam uma parcela relevante dos praticantes globais, e esse número cresce justamente quando existem iniciativas que criam acolhimento, aprendizado e senso de comunidade.
Aceitar ser embaixadora do Elas no Golfe foi uma decisão muito alinhada com tudo que acredito. Primeiro, porque iniciativas que unem saúde, bem-estar e conexão entre mulheres sempre fizeram parte da minha trajetória. Segundo, porque tudo que construo hoje passa pela ideia de mulheres ajudando outras mulheres a construir, seja no mercado imobiliário, nos negócios ou na vida.
Eu não jogo golfe. Ainda. Mas estou aprendendo. E talvez isso seja o mais simbólico de tudo. Aprender algo novo, com outras mulheres, sem cobrança, sem julgamento, apenas com presença e troca, é um ato de saúde e também de coragem. É se permitir viver experiências sem a necessidade de performar.
O Elas no Golfe mostra, na prática, que quando mulheres se reúnem em ambientes saudáveis, estratégicos e respeitosos, algo muda. As conversas fluem, as ideias surgem, as conexões se aprofundam. Não é sobre competir. É sobre caminhar juntas. Ou, nesse caso, jogar juntas.
Para mim, o golfe deixou de ser apenas um esporte. Ele passou a representar cuidado, presença e conexão. E isso, hoje, é luxo de verdade.
Seguimos construindo. Juntas.
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Nascida e criada na capital paulista, comecei na corretagem de imóveis após diversas experiências de atendimento na compra de imóveis e percebi um mercado de oportunidades, estimulando a superação de desafios que é meu maior combustível.
Certificada CIPS, uma das mais importantes certificações internacionais NAR – National Association of Realtors® EUA, foquei minha carreira em desenvolver e capacitar pessoas, utilizando os conceitos do mercado de luxo, empregados a todo e qualquer segmento do mercado imobiliário.