Durante muito tempo, o mercado imobiliário operou com uma lógica simples e perigosa: todo cliente era enviado para o mesmo banco.
Se funcionou uma vez, passou a ser regra. Se aprovou um cliente, virou “banco padrão”.
Mas o mercado mudou.
E quem continua repetindo esse modelo está fazendo o cliente pagar mais caro, assumir riscos desnecessários e, muitas vezes, perder oportunidades.
Estamos vivendo o fim do banco padrão e o início do financiamento imobiliário estratégico.
Cada banco tem sua própria política de crédito, apetite a risco, modelo de análise e objetivos comerciais.
Ainda assim, muitos compradores e até profissionais do mercado insistem em tratar o financiamento como algo genérico.
Na prática, isso gera problemas como:
Ou seja: o cliente até é aprovado, mas faz um mau negócio.
Os bancos não avaliam apenas renda. Eles analisam um conjunto de fatores, como:
Um banco pode ser excelente para um perfil e péssimo para outro.
Cliente CLT com renda estável
Pode encontrar melhores condições em bancos que valorizam previsibilidade e histórico formal.
Profissional liberal ou PJ
Precisa de instituições mais flexíveis na análise de renda e movimentação bancária.
Investidor imobiliário
Demanda bancos que aceitam múltiplos financiamentos, melhor LTV e visão patrimonial.
Comprador de alto padrão
Costuma ter mais vantagem em bancos privados, com negociação de taxa, prazo e atendimento personalizado.
Primeira compra
Pode se beneficiar de programas específicos, subsídios, uso estratégico do FGTS e taxas mais protegidas.
Tratar todos esses perfis da mesma forma é desperdiçar oportunidades.
Escolher o banco errado não é só uma questão de gosto é matemática. Diferenças aparentemente pequenas de taxa podem gerar:
Financiamento imobiliário é uma decisão de 20 a 35 anos.
Errar no banco custa caro e por muito tempo.
O financiamento moderno não começa no banco. Começa na estratégia.
Hoje, o processo correto envolve:
É aqui que o profissional deixa de ser “despachante” e passa a ser consultor de crédito.
Com o aumento da concorrência entre bancos e a diversidade de produtos, a tecnologia se tornou indispensável.
Plataformas como a Aprovacredi permitem:
Quem usa tecnologia não indica banco indica solução.
O maior erro no financiamento imobiliário hoje é tratar o cliente como número.
O maior acerto é entender que cada perfil exige uma estratégia diferente.
O banco certo não é o mais conhecido.
Não é o que sempre aprova.
É o que oferece a melhor combinação entre taxa, prazo, segurança e planejamento.
O banco padrão acabou.
O financiamento estratégico começou.

Empresario e Corretor de imóveis a 25 anos, correspondente bancário a 19 anos
Especialista em Bancos Privados
Profissional certificado
Especialista em análise de crédito