Aluguel por temporada não é renda passiva.
Eu trato como negócio ativo.
Quando bem estruturado, pode render mais do que o aluguel tradicional.
Quando mal calculado, vira dor de cabeça com faturamento alto e lucro baixo.
A diferença está na gestão.
No modelo por temporada, o imóvel gira mais, desgasta mais e exige operação constante: limpeza, manutenção, atendimento, taxas de plataforma e períodos de vacância. Quem ignora isso erra na conta.
Nem todo imóvel serve para esse tipo de locação.
Localização é decisiva. Região sem demanda recorrente vira dependência de feriado.
Outro ponto crítico é regra. Condomínio e legislação local precisam ser respeitados. Aluguel por temporada não é terra sem lei.
Na prática, quem ganha é quem trata como negócio: mede ocupação, custo por diária e retorno real.
Quem entra achando que é renda fácil, se frustra.
Vale a pena quando a conta é feita com frieza e a gestão é profissional.
Não vale quando a decisão é emocional.
No fim, a verdade é simples:
não é o modelo que dá dinheiro. É a gestão.

Mentor e Palestrante no Mercado Imobiliário
CEO da Imobiliária Girando a Chave, referência em Maringá/PR;
Idealizador do OPA Oficial – Organização de Profissionais de Alta Performance;
Mentor no mercado imobiliário e criador do curso “Qualificação para o Mercado Imobiliário”;
Palestrante motivacional com foco em vendas, mentalidade e performance;
Coaching formado pelo Instituto I.B.C.;
Especialista no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV);
Atua no setor desde 2016 e já contribuiu com a realização do sonho da casa própria para mais de 200 famílias.