O ano já começou. E metas não se fazem em janeiro, se fazem todo dia

O calendário virou.

Mas eu sei: isso, sozinho, não muda nada.

Todo início de ano traz a mesma ilusão:

“Agora vai.”

Não vai, se não houver método.

 

O ano não muda as pessoas.

Pessoas mudam o ano.

Eu aprendi isso na prática. Datas não transformam ninguém. Decisões, sim.

Meta, para mim, nunca foi desejo.

Meta é decisão acompanhada de ação.

Eu não construo o ano em janeiro.

Eu construo o ano na terça-feira comum, às 9h da manhã, quando ninguém está olhando.

É ali que a diferença acontece.

 

Metas anuais: o norte que guia minhas decisões

A meta anual me mostra onde quero chegar, não como tudo vai acontecer.

Ela me ajuda a decidir onde investir, onde cortar, o que priorizar e o que abandonar.

Sem meta anual, eu fico refém do acaso.

Com meta anual, eu aprendo a dizer mais “não” do que “sim”. E isso é maturidade.

 

Metas mensais: transformar o grande em possível

Eu sei que o cérebro não trabalha bem com 12 meses.

Mas trabalha muito bem com 30 dias.

Por isso eu quebro, o ano em metas mensais claras: faturamento, entregas, processos, crescimento real.

Quando eu não acompanho o mês, eu corro atrás do prejuízo.

Quando acompanho, eu corrijo antes do erro virar grande.

 

Metas semanais: onde a disciplina aparece

A semana é o meu campo de batalha.

É nela que eu defino prioridade, corto distração e separo trabalho de ocupação.

Produtividade, para mim, nunca foi fazer mais.

É fazer o que realmente importa.

 

Metas diárias: o segredo da consistência

O dia é pequeno, mas poderoso.

Metas diárias claras me impedem de cair na procrastinação elegante: reuniões desnecessárias, tarefas irrelevantes, urgências inventadas.

Todo dia eu me faço uma pergunta simples:

“O que eu preciso fazer hoje para me aproximar da minha meta?”

Quando eu venço o dia, eu venço a semana.

Quando eu venço a semana, eu construo o mês.

Quando eu construo o mês, eu fecho o ano.

 

A verdade que fecha tudo

Não é falta de tempo.

É falta de clareza.

O ano não muda as pessoas.

Eu mudo o meu ano quando assumo responsabilidade diária sobre minhas metas.

No fim, o mercado não premia intenção.

Premia execução.

 

CONHEÇA MAIS SOBRE O AUTOR DESTE POST:

Odair Pinheiro de Andrade

Mentor e Palestrante no Mercado Imobiliário

CEO da Imobiliária Girando a Chave, referência em Maringá/PR;

Idealizador do OPA Oficial – Organização de Profissionais de Alta Performance;

Mentor no mercado imobiliário e criador do curso “Qualificação para o Mercado Imobiliário”;

Palestrante motivacional com foco em vendas, mentalidade e performance;

Coaching formado pelo Instituto I.B.C.;

Especialista no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV);

Atua no setor desde 2016 e já contribuiu com a realização do sonho da casa própria para mais de 200 famílias.

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